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O Poder das Redes Sociais

  • Foto do escritor: Luciana Faro Guimarães
    Luciana Faro Guimarães
  • 27 de abr. de 2022
  • 2 min de leitura

As redes sociais exercem cada dia mais poder sobre as pessoas. Se tornaram um importante meio de comunicação, senão o mais eficiente. Apesar das “fakes news”, não há dúvidas sobre a influência das redes no mercado e até no panorama mundial.

Elas provaram sua influência. Durante a fase mais aguda da pandemia, as redes sociais salvaram muitas empresas que migraram para as suas plataformas em busca de visibilidade. Comerciantes locais optaram por expor seus produtos digitalmente já que seus estabelecimentos permaneciam fechados. Muitas pessoas ganharam status de celebridades como influencers digitais e assim garantiram sua sobrevivência econômica. E mesmo agora, passada a pior fase e com o comércio aberto, as redes sociais estão disputando espaço, se tornando cada dia mais atrativas e profissionais. Através delas, empresas e pessoas estão tentando se recuperar do impacto da crise financeira gerada pela pandemia.


Não é de hoje que políticos no mundo todo usam as plataformas em suas campanhas eleitorais. A imprensa tradicional também se rendeu aos canais digitais pagos, os streamings e divulgam bastidores e chamadas nas redes sociais. Até a mais recente guerra envolvendo a Ucrânia e a Rússia está sendo transmitida pelas plataformas como forma de impactar a opinião pública e conseguir solucionar esse impasse diplomático que se instalou entre a antiga União Soviética e os países aliados da OTAN.


De onde vem esse poder das Redes Sociais?


Simples, as redes sociais são uma forma de comunicação direta e sem filtro. Falam com o público de forma informal, expõem a realidade de forma corriqueira e parecem conversar com os anseios das pessoas. Mas não se iludam! Atrás dessa comunicação que parece cotidiana existem profissionais experientes e muito marketing envolvido.


Recentemente, o homem mais rico do mundo, Elon Musk, anunciou a compra do Twitter. Será que ele estava pensando que o negócio seria lucrativo? Claro que não! Ele comprou o poder de ter acesso a 217 milhões de usuários mensais. Para tanto usou como justificativa a liberdade de expressão. Esse argumento é contrário as regras de autoridades mundiais e empresas que desejam regulamentar o conteúdo produzido e consumido pela internet. Afinal, as pessoas são ou não responsáveis por tudo que publicam?


Com toda a polêmica que envolve os conteúdos digitais de uma coisa eu tenho certeza. As Redes Sociais não são para amadores. Postar por postar não gera resultados. E quando mal empregadas as postagens podem produzir efeitos indesejados. Quantas vezes vocês já viram pessoas utilizando as redes sociais para se retratarem de postagens anteriores que foram mal interpretadas ou repercutiram de forma negativa?


Então aqui fica a dica: se for para investir em redes sociais que seja de forma profissional, com conteúdo e competência! Para isso existem os profissionais da comunicação, que não são novos no mercado, mas adaptaram suas linguagens e técnicas para conquistar o público com o poder da persuasão. Influenciar pessoas, esse é o verdadeiro poder. E para isso não existe ferramenta melhor do que as redes sociais!



Luciana Faro

Jornalista Social Media



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1 comentário


mlfaro
29 de abr. de 2022

Excelente, Luciana. Bem ao estilo enxuto das rede sociais, você faz um "raio x" desse fenômeno que virou de cabeça para baixo inúmeras faces da vida contemporânea. Dentre el, a imprensa tradicional , que outrora personificava um "quarto poder" . Os clássicos jornais acabaram nocauteados pela instantaneidade da informação trazida a reboque dos conteúdos digitais. Perderam público, encolheram e tendem a desaparecer, porque anacrônicos. Parabéns pelo artigo.

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